sábado, 4 de novembro de 2017

Ex-padrastro confessa que matou e estuprou Alanna Ludmila

Em depoimento prestado na tarde de hoje, ele admitiu que estuprou a criança e, em seguida, a matou. Participação de outra pessoa no delito é descartada.

Foto: Thiago Bastos / O Estado
O ex-padrastro de Alanna Ludmila, Roberth Serejo – que declarou ter 31 anos de idade – confessou o assassinato da jovem, encontrada morta no quintal da residência da família no Maiobão, na manhã de ontem (3). Em depoimento prestado na tarde de hoje (4) no comando da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), ele admitiu que estuprou a criança e, em seguida, a matou. Por enquanto, a polícia descarta a participação de outra pessoa no crime, incluindo a mãe da garota.

Em entrevista coletiva, o secretário de Segurança Pública do Estado (SSP), Jefferson Portela, informou que a prisão de Roberth se deu quando o mesmo tentava fugir da capital maranhense pegando uma van no quilômetro zero da BR-135. No momento em que entrou no veículo, de acordo com o secretário, ele foi reconhecido por policiais militares que estavam na van que o conduziram até o posto da PM na Estiva. “Neste momento, ele foi reconhecido e em seguida preso”, disse.

O secretário também informou que Roberth entrou na casa usando uma cópia de uma chave da casa. “Ninguém sabia que ele [Roberth] tinha essa cópia. No momento em que ele entra na casa, a criança é surpreendida”, disse. A delegada responsável pelo setor de Feminicidio da Polícia Civil, Viviane Azambuja, deu mais detalhes do crime. Segundo ela, assim que entrou na casa, a jovem estava apenas usando uma blusa e de toalha. “Ele [Roberth] a pediu para calar a boca. No momento em que ela gritou, ele tapou a boca dela e começou a violenta-la”, afirmou.

Após prestar depoimento, Roberth Serejo foi encaminhado para o Centro de Triagem em Pedrinhas, onde permanecerá por tempo determinado. Em seguida, ele permanecerá isolado em uma cela cuja localização não foi revelada pela SSP. “Tudo para garantir o isolamento desta pessoa que cometeu este crime bárbaro”, disse Portela.


O Estado

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