segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Instituto usado pela Máfia de Anajatuba, Escutec foi condenada em 2016 por pesquisa irregular

Marrapá



A Escutec que mais uma vez é usada para manipular números de pesquisa eleitoral.

Além do histórico de nunca acertado um resultado sequer e servir para lavar dinheiro da Máfia de Anajatuba, o instituto também possui ficha na Justiça Eleitoral.

No ano passado, a empresa de Fernando Júnior teve de pagar multa por vazar levantamento antes do prazo previsto por lei.

De acordo com a legislação, pesquisa de intenção de votos durante o pleito deve respeitar prazo mínimo de cinco dias entre o registro e a divulgação do resultado.

Fernando Júnior, dono da Escutec e operador da Máfia de Anajatuba

Durante o pleito de 2016 em São Luís, o jornal O Estado do Maranhão encomendou levantamento junto a Escutec no dia 07 de outubro; os números deveriam ser conhecidos apenas no dia 12, contudo, no dia 11, a pesquisa vazou em blogs e em grupos de WhatsApp.

A coligação “Para seguir em frente” entrou com recurso e o juiz eleitoral Daniel de Faria Jerônimo Leite alegou que não foram tomadas as medidas necessárias para garantir o sigilo e condenou o instituto ao pagamento de multa no valor de R$ 53.205,00 – decisão acompanhada pelos demais membros do Tribunal Regional Eleitoral.

No caso específico, o jornal da família Sarney escapou ileso da condenação, mas a Justiça está de olho nos métodos utilizados por Fernando Júnior para agradar seus comparsas e clientes.


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