sexta-feira, 7 de abril de 2017

Jornalista é chamada de “puta”, “vadia”, “stalinista” e “comunista” durante entrevista com Bolsonaro, em Teresina

Sinceramente, fico preocupado com o surgimento de um protótipo de Hitler na política brasileira, com simpatizantes e seguidores em boa parte do país. Sonham em ter Jair Bolsonaro como presidente do Brasil. São os que acham que a truculência, arrogância e prepotência do parlamentar vão resolver os problemas do país, principalmente na área da segurança pública.

O deputado defende a “justiça com as próprias mãos”, o “olho por olho, dente por dente”. Um estado de barbárie. E quem seriam as maiores vítimas? Com certeza, bandidos pobres, das periferias do país. Os bandidos de colarinho branco, maiores responsáveis pela miséria e pobreza da maioria da população, continuariam na impunidade.

Infelizmente, uma boa fatia do eleitorado acredita no que diz a ‘bíblia’ de Bolsonaro, que já iniciou suas pregações da barbárie pelo país.

Em Teresina, a jornalista Cinthia Lages, do Grupo Meio Norte de Comunicação, foi hostilizada por simpatizantes de Bolsonaro. Segundo relatos da própria jornalista, ela ouviu os impropérios e agressões quando tentava entrevistar a “celebridade” no alto de uma caminhonete utilizada como palanque.

"Comunista", "stalinista", "assassina", "petista", "jornalista mortadela", "vadia”,"puta", "joga ela pra gente que sabemos o que fazer", "vai embora pra Cuba, rapariga!", teriam sido os termos dirigidos à jornalista.


Confira o relato feito por Cinthia Lages em sua página no Facebook em continua...

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