quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

No MA há quem não durma desde que Eike entrou em Bangu


Quem conhece as andanças de Eike Batista pelo Norte do país anda ansioso para que ele conte aos investigadores os detalhes de seus negócios no Amapá.

O parceirão de Sérgio Cabral não pode reclamar da sorte quando lembra da mineradora de Pedra Branca do Amapari, perto de Macapá, que pertencia à MMX.

Coisa de um ano após a primeira exportação, Eike vendeu uma naco da MMX para empresa Anglo American, com sede em Londres, por 5,5 bilhões de de dólares.

O empreendimento no Amapá, que incluía ainda uma mina e uma estrada de ferro, era um dos ativos mais importantes da holding de Eike.

Mas o mega-empresário detento não teria conquistado sucesso no Amapá se não tivesse contado com o indispensável estímulo do ex-senador José Sarney, aliado indispensável para homens de negócios.

No caso do Maranhão, a vinda de Eike Batista e suas empresas (OGX E EBEX) também foi patrocinada por José Sarney, com a ajuda da sua filha, a então governadora Roseana Sarney em março de 2009, após o golpe judicial que tirou Jackson Lago do poder. Eike e Roseana venderam a promessa de um falso “eldorado”, que surgiria da exploração de gás e petróleo em municípios paupérrimos do estado, como Capinzal do Norte, Trizidela do Vale e Santo Antônio dos Lopes, entre outros. Nada de exploração de gás no Maranhão como o planejado e os milhares de empregos que seriam gerados não passaram de fantasia. Ficou a miséria dos maranhenses enganados por Eike e o grupo Sarney.

Em Macapá e até no Maranhão, há quem não durma desde que Eike entrou em Bangu. (John Cutrim, com informações da Veja)

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